sexta-feira, 22 de maio de 2015

Como os livros apócrifos foram inseridos na Bíblia Sagrada.

A Igreja Católica desde o Concilio de Trento, em 1546, inclui no cânon do AT 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos.
A palavra apócrifo significa, literalmente “Escondido, oculto”, isto em alusão a livros de então que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa “não genuíno, espúrio”. Os apócrifos foram escritos entre Malaquias e Mateus, isto é, entre o Antigo e o Novo Testamento, numa época que cessara por completo a revelação divina; só isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade. E mais: Josefo (Contemporâneo de Jesus e escritor do livro Historia dos Judeus) rejeitou-os totalmente; nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico; jamais foram citados por Jesus; e, nem foram reconhecidos pela igreja primitiva. Os livros são: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, I Macabeus, II Macabeus. Os acréscimos são: Éster (Et 10.4 e 16.24), Cantares dos 3 Santos Filhos (Dn 3.24-90), Historia de Suzana (Dn 13) e Bel e o Dragão (Dn 14).
A igreja romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546 para combater o movimento da Reforma Protestante, nos quais combatiam duramente as novas doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação mediante obras. A igreja romana via nos apócrifos base para tais doutrinas e, apelando para eles, aprovaram-nos com cânon.
O cardeal Pallavacini, em sua “Historia Eclesiástica” declara que em pleno concilio, 40 bispos dos 49 presentes travaram uma luta corporal, agarrando as barbas uns dos outros, foi neste ambiente “espiritual”, que foram aprovados os apócrifos. A primeira edição romana da Bíblia com os apócrifos deu-se em 1592, com a autorização do Papa Clemente VIII. Os evangélicos tem subsídios suficientes para não aceitar os apócrifos com cânon.

Deus te abençoe.

Ev. Rogerio Godoi - AD Cerro Azul-PR

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Nascimento, Ministério e Morte de Jesus

As datas exatas do nascimento, ministério, e morte de Cristo não são conhecidas mas podem ser determinadas com uma precisão razoável.   Dionysius Exiguus, um monge Romano do séc. VI, falhou no cálculo em 4 ou 5 anos (na sua nova era Cristã) ao tentar determinar o ano do nascimento de Cristo. Ele colocou o nascimento de Cristo pelo menos 4 ou 5 anos mais tarde. Devido a este fator a data de nascimento deve ser 4 ou 5 a.C.. Com relativa certeza a morte de Herodes pode ser datada no inicio da primavera de 4 a.C., e nessa altura Cristo já deveria ter algumas semanas ou meses de idade (ver Mt 2). Consequentemente, o Seu nascimento pode ser datado no final do outono de 5 a.C. ou no inverno de 5/4 a.C. 
Com relação ao seu ministério podemos constatar que João Batista começou a pregar "no décimo quinto ano do reinado de Tibério" (Lc 3:1), um curto espaço de tempo - talvez 6 meses (cf. Lc 1:24,26-31) - antes do batismo de Jesus, a partir do qual o Seu ministério público se iniciou. Jesus tinha então aproximadamente "trinta anos de idade" (Lc 3:23) e pouco tempo depois foi dito que o Templo tinha sido "edificado em quarenta e seis anos" (Jo 2:20). Falhas no conhecimento presente tornam a coordenação precisa destas datas juntamente com a era Cristã difícil se não mesmo impossível, sendo apenas possível sugerir uma data aproximada para o início do ministério público de Cristo. Tendo em conta todos estes fatores, o outono de A.D. 27 parece ser a data que mais está em consonância com estes dados. Com base apenas nos registos dos evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos, e Lucas) pode-se concluir que o ministério de Jesus continuou por pouco mais de um ano, devido ao relato de eventos de apenas 2 Páscoas. João, no entanto, menciona 3 Páscoas (Jo 2:13,23; Jo 6:4; Jo 13:1) e uma não especificada "festa dos judeus" (Jo 5:1). O aprisionamento de João Batista, ligado a eventos relacionados do ministério de Cristo, ajudam a determinar que esta festa desconhecida era provavelmente também uma Páscoa. Quatro Páscoas tornariam a duração do ministério de Cristo em aproximadamente 3 anos e meio.
Lembramos que são datas aproximadas, podendo ter variações.

Deus o abençoe.

Ev. Rogerio Godoi - AD em Cerro Azul-PR

O cânon da Bíblia

A Igreja Católica desde o Concilio de Trento, em 1546, inclui no cânon do AT 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canônicos.
A palavra apócrifo significa, literalmente “Escondido, oculto”, isto em alusão a livros de então que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa “não genuíno, espúrio”. Os apócrifos foram escritos entre Malaquias e Mateus, isto é, entre o Antigo e o Novo Testamento, numa época que cessara por completo a revelação divina; só isto basta para tirar-lhes qualquer pretensão de canonicidade. E mais: Josefo (Contemporâneo de Jesus e escritor do livro Historia dos Judeus) rejeitou-os totalmente; nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico; jamais foram citados por Jesus; e, nem foram reconhecidos pela igreja primitiva. Os livros são: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, I Macabeus, II Macabeus. Os acréscimos são: Éster (Et 10.4 e 16.24), Cantares dos 3 Santos Filhos (Dn 3.24-90), Historia de Suzana (Dn 13) e Bel e o Dragão (Dn 14).
A igreja romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546 para combater o movimento da Reforma Protestante, nos quais combatiam duramente as novas doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação mediante obras. A igreja romana via nos apócrifos base para tais doutrinas e, apelando para eles, aprovaram-nos com cânon.
O cardeal Pallavacini, em sua “Historia Eclesiástica” declara que em pleno concilio, 40 bispos dos 49 presentes travaram uma luta corporal, agarrando as barbas uns dos outros, foi neste ambiente “espiritual”, que foram aprovados os apócrifos. A primeira edição romana da Bíblia com os apócrifos deu-se em 1592, com a autorização do Papa Clemente VIII. Os evangélicos tem subsídios suficientes para não aceitar os apócrifos com cânon.

Deus te abençoe.

Ev. Rogerio Godoi - AD Cerro Azul-PR

sexta-feira, 8 de maio de 2015

AS NULIDADES NO PROCESSO PENAL

AS NULIDADES NO PROCESSO PENAL

Joaquim Tomas Fernandes Domingues
Rogério da Silva Godoi

18 de maio de 2011


RESUMO


As nulidades no processo penal são classificadas como “nulidades absolutas e relativas”, ambas podem influenciar no processo, desde que arguidas conforme o artigo 571 do código de processo penal. 

As absolutas têm como objetivo a defesa dos direitos constitucionais (efeitos erga omnes) e devem ser arguidas de ofício pelo juiz, já as relativas são pertinentes as partes envolvidas no processo, deve ser demonstrado prejuízo da parte, se não arguida, ocorrer à preclusão.



INTRODUÇÃO


O artigo a seguir, alude às nulidades do processo penal com objetivo de expor pontos importantes diante do tema, tal qual a classificação doutrinária, legal, jurisprudencial e seus efeitos no processo.

1. AS NULIDADES NO PROCESSO PENAL


As nulidades são falhas no decorrer do processo penal, podem ser cometidas por qualquer uma das partes, tal qual, defesa, acusação ou o próprio juiz. 

Como alude o doutrinador Guilherme de Souza Nucci “nulidade é o vício que contamina determinado ato processual, praticado sem a observância da forma prevista em lei, podendo levar a sua inutilidade e conseqüente renovação”  .
Os atos processuais derivadas de uma nulidade devem ser sanados ou até mesmo nulos ou anuláveis (total ou parcial), pois prejudicam o andamento do processo, podendo ter efeitos prejudiciais aos envolvidos.
As nulidades devem ser decretadas desde que seja comprovado prejuízo a uma das partes.
Existem duas formas de nulidades, as absolutas e as relativas, no que tange a primeira, são casos que afrontam a Constituição, os direitos garantidos, ou seja, importam a uma coletividade, tem efeitos “erga omnes” (como ex. o devido processo legal, juiz natural, etc), estas nulidades, por terem uma repercussão de interesse maior, devem ser arguidas de ofício pelo juiz.
A afronta a um direito garantido constitucionalmente, pode anular o processo todo, sendo que o juiz terá de refazer todas as fases processuais, desde que estes sejam emanados de um ato nulo, que tem como origem a repressão ou o desrespeito aos direitos e garantias constitucionais, nestas nulidades, não há prescrição, podendo ser argüida a qualquer momento. 
O segundo caso, nulidades relativas, devem ser arguidas por uma das partes, esta não cabe ao juiz manifestar-se de ofício, tem como condição a comprovação do prejuízo, segundo o doutrinador Eugenio Pacielli de Oliveira “as nulidades relativas, por dependerem de valoração das partes quanto à existência e à conseqüência do eventual prejuízo, estão sujeitas a prazo preclusivo, quando não alegadas a tempo e modo”  .
Trata-se de atos cujos quais importam somente as partes, devem ser arguidos em momentos oportunos, pois se submete a preclusão, o ponto relevante nas nulidades relativas, é que elas só poderão ser arguidas desde que a parte que o fizer não tenha dado causa, (ex. se a defesa deu causa a nulidade e depois quer tirar proveito da mesma, arguindo em um momento oportuno, para se beneficiar, esta não poderá ser aceita pelo juiz). 
O atual código de processo penal alude as nulidades nos artigos 563 a 573, com isso, podemos ver que há pouco no processo penal, mas que trata de relevante matéria para que ocorra um processo justo e confiante.

No artigo 571 do código do processo penal, são aludidos os momentos a serem arguidos as nulidades: 

Art. 571. As nulidades deverão ser arguidas:

I - as da instrução criminal dos processos da competência do júri, nos prazos a que se refere o art. 406;
II - as da instrução criminal dos processos de competência do juiz singular e dos processos especiais, salvo os dos Capítulos V e Vll do Título II do Livro II, nos prazos a que se refere o art. 500;
III - as do processo sumário, no prazo a que se refere o art. 537, ou, se verificadas depois desse prazo, logo depois de aberta a audiência e apregoadas as partes;
IV - as do processo regulado no Capítulo VII do Título II do Livro II, logo depois de aberta a audiência;
V - as ocorridas posteriormente à pronúncia, logo depois de anunciado o julgamento e apregoadas as partes (art. 447);
VI - as de instrução criminal dos processos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais de Apelação, nos prazos a que se refere o art. 500;
VII - se verificadas após a decisão da primeira instância, nas razões de recurso ou logo depois de anunciado o julgamento do recurso e apregoadas as partes; 



2. NULIDADES E JURISPRUDENCIAS


Caso não seja arguido em momento certo, ocorrerá a preclusão, sendo esta nulidade relativa, como bem alude o Ministro Felix Fischer “A falta do ato de interrogatório em juízo constitui nulidade meramente  relativa suscetível de convalidação, desde que não alegada na oportunidade indicada pela lei processual penal”. 

No caso de nulidades absolutas, estas quando afrontam a Constituição, ensejam na nulidade dos atos praticados e seus subseqüentes. Como afirma a Ministra Maria Thereza de Assis Moura do STJ “Esta Corte Superior de Justiça tem entendimento jurisprudencial firmado de que a intimação do defensor público ou dativo deve ser pessoal, sob pena de nulidade absoluta por cerceamento de defesa, que, se alegada em tempo oportuno, enseja a realização de novo julgamento” .



CONCLUSÃO


As nulidades são defeitos nos atos processuais, cujos quais, devem causar prejuízo a uma das partes, sendo estes, comprovados para que sejam decretadas pelo juiz, as nulidades relativas caso não ensejam em prejuízo, podem ser sanadas, destarte, tanto podem tornar um ato nulo quanto anulável (efeitos ex tunc ou ex nunc).

Quando se fala em nulidades absolutas, estas devem ser decretadas de ofício pelo juiz, pois elas causam ofensa às normas ou princípios constitucionais, os atos destas nulidades, são nulos, ou seja, não devem causar efeitos (ex tunc), caso tenha, por falha do judiciário, estes devem retornar desde o inicio, para que seja realizado da forma correta.
Os momentos para arguição estão elencados no artigo 571 do código de processo penal.


REFERENCIAS


OLIVEIRA, Eugênio Pacelli de Oliveira. Curso de Processo Penal. 10. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2008.

NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Processo Penal e Execução Penal. 3. ed. rev., atual. e ampl. 2. tir. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2007.
BRASIL, Decreto n. 3.931, de 11 de dezembro de 1941. Código de Processo Penal.
Processo HC 89646 / RR HABEAS CORPUS 2007/0205517-0 Relator(a) Ministro FELIX FISCHER (1109) Órgão Julgador T5 – QUINTA TURMA Data do Julgamento 04/12/2008 Data da Publicação/Fonte DJe 02/02/2009 Ementa PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. ART. 12, CAPUT, DA LEI Nº 6.368/76 (ANTIGA LEI DE TÓXICOS). INTERROGATÓRIO JUDICIAL NÃO-REALIZAÇÃO. NULIDADE RELATIVA. AUSÊNCIA DE PREJUÍZO. PRECLUSÃO.



Disponível em: https://ww2.stj.jus.br/revistaeletronica/ita.asp?registro=201000978475&dt_publicacao=04/05/2011

terça-feira, 5 de maio de 2015

Discipulado uma Necessidade na Igreja.

Fazendo discípulos.

Caro leitor esse artigo tem por objetivo levar uma iniciação aos caros irmãos que tem a chama evangelística ardendo em seu coração, há iniciar um trabalho de discipulado em sua comunidade.

Estudo nº 01 – O amor e o plano de Deus.

a) Como Deus mostrou que nos ama – João 3.16; Rom 5.8.
b) Através de que podemos conhecer a Deus – João 1.18; João 14.9; Hb 1.3.
c) Desde quando Jesus Cristo existe – João 17.5; Ef 3.5; Hb 18; João 17.24; Col 1.17; João 8.58.
d) Quanta coisa Jesus fez – João 1.3; Hb 1.2-10; Col 1.16.
e) O que Jesus disse que veio fazer – João 10.10
f) Por Jesus pode nos salvar – João 1.4; João 17.2

Estudo nº 02 – O pecado e separação do homem.

a) Como a Bíblia descreve a condição do homem que é separado de Deus pelo pecado – João 12.46; João 8.12; II Ts 1.9; Ap 21.8.
b) Qual o efeito do pecado sobre a pessoa que peca – João 8.34; II Pe 2.19.
c) Por que muitas pessoas escolhem permanecer nas trevas ao invés de viverem na luz de Deus – João 3.19,20; Jô 24.13-17; Ef 5.12,13.
d) Por que os homens odiaram uma pessoa tão boa como Jesus – João 7.7; Mt 11.27; Mt 28.18; Dan 7.13,14; Hb 2.14,15.
e) Qual é a relação entre Jesus e Deus no julgamento contra o pecado – João 5.22,27; I Sam 16.7; Mt 9.4; Mc 2.8.
f) Em que base Jesus pode julgar os homens justamente – João 2.24,25
g) O homem esta espiritualmente morto e precisa que o Espírito Santo lhe conceda vida espiritual – João 3.1-3; Gen 2.16,17,36; Rom 5.12; I Co 15.21,22.
h) Qual a condição da pessoa que não recebeu a Jesus – João 3.36; Ef 2.12; 5.8.
i) Qual a razão de certas pessoas não terem a vida que ele veio proporcionar – João 5.40.

Estudo nº 03 – A provisão de Deus para o pecado do homem.

a) O que Jesus afirmou sobre si – João 14.6; Gen 3.24; Hb 9.8, 10.19,20; Mt 27.51; Ef 2.13-16
b) De onde Ele disse que veio, para onde foi – João 16.28
c) O que Ele disse que sempre fez – João 8.29
d) Qual foi a reação de algumas pessoas religiosa quanto as afirmações de Jesus – João 8.57,58,59
e) Jesus tinha 5 testemunhas para o fato de que suas afirmações eram verdadeiras. Quais eram elas. João Batista – João 5.32,33; As obras que fazia – João 5.36; O pai que o enviou – João 5.37; As Escrituras Sagradas (Bíblia) – João 5.39; Ele próprio – João 5.18
f) O que foi que João Batista anunciou como a grande provisão de Deus – João 1.29
g) Teria Cristo cometido algum pecado pelo qual devesse morrer – João 8.29
h) O que o homem que condenou Jesus à morte declarou sobre a sua culpa – João 18.38
i) Do ponto de vista humano, por que Jesus foi condenado à morte – João 19.7
j) O que Jesus disse sobre a sua morte – João 10.11; Gal 3.13; Deut 21.22,23
k) Que tipo de morte Jesus teria que enfrentar – João 12.32
l) Qual a conseqüência para a pessoa que não crê que Jesus, morreu para tirar os seus pecados – João 8.24; Ap 20.15; II Ts 1.8,9

Estudo nº 04 – A necessidade de receber a Cristo.

a) Qual foi o grande milagre que convenceu os discípulos de que o que Jesus afirmou sobre si e sua morte era verdade – João 20.8,9
b) Não é suficiente conhercer os fatos sobre Jesus e seus ensinos –João 7.16,17; João 15.14; João 14.15-23
c) Que é vida eterna – João 17.3
d) O que deve acontecer conosco antes de nos relacionarmos apropriadamente com Deus – João 3.6,7; I Pe 13; I João 3.2
e) Qual a condição para nascermos de novo – João 1.12
f) Como percebemos que somos discípulos de Jesus – João 13.34,35
g) O que tenho quando confiamos a vida a Cristo – João 5.24
h) Qual é o resultado de confiar em Jesus – João 11.25,26; Is 26.19; Dan 12.2; I Co 15.51,52; Ap 20.5,6
i) Se tornou ovelha do bom pastor, que aconteceu – João 10.28,29; Sal 23; Sal 91
j) O que Jesus pediu em oração por aqueles que iriam crer nele – João 17.15-23
k) O que devemos fazer, se desejamos que a vida de Jesus se expresse através de nos – João 15.4,5

Estudo nº 05 – A nova vida.

a) Que é a vida eterna – João 17.3
b) Onde encontramos a verdade a cerca de Jesus – João 5.39
c) Por poucas pessoas tem a vida eterna – João 5.40
d) Que Jesus disse a cerca de si, e dos que o seguem – João 8.12
e) Por Deus enviou seu filho ao mundo – João 3.16; João 9.5; João 11.9,10
f) Para que deus enviou seu filho ao mundo João 3.17
g) Quem é capaz de nos tirar os pecados – João 1.29; Jô 9.30,31
h) Que acontece para aquele que não permite que Jesus lhe tire os pecados – João 8.24; João 3.36
i) Que fez Jesus por nosso pecados – João 19.18,30

Estudo nº 06 – Jesus Cristo, o Senhor.

a) Como podemos chegar a conhecer, de maneira pessoal a Cristo – João 5.39; Mc 12.24; Is 34.16; Lc 16.29; At 17.11; Sal 119.105; Hb 10.7; Ap 1.3
b) Qual o principal testemunho de João a respeito de Jesus – João 1.32,34
c) Testemunho maior do que de João – João 5.37
d) Que disse Jesus a respeito dos que procuram honrar a Deus, mas não honram o filho – João 5.23; João 8.19
e) Qual a afirmação de Jesus de si mesmo – João 5.17,18
f) Por procuraram matar a Jesus – João 10.30-33
g) De que forma Deus revelou aos homens – João 14.6-9
h) Jesus acolhe a todo que se chegam ate Ele – João 6.37
i) Que passa a ter aquele que sinceramente crê em Jesus – João 6.47
j) Que promessa Jesus faz a todos que ouvem e crêem nEle – João 10.27-29
k) Que três benções (Vida eterna, não entraremos em juízo e passamos da morte para vida) passam a ser nossas quando ouvimos e cremos em Jesus – João 5.24

Estudo nº 07 – A vida abundante.

a) O que e vida abundante – João 7.38
b) Quando recebemos temos vida completa e com propósito – João 10.10
c) Vivemos vidas santas, não praticamos mais o pecado – João 8.11; Ef 1.4; Ef 5.8
d) O que pode libertar o homem do pecado – João 8.32
e) Que devemos fazer para transformar nossa vida – João 2.22; Hb 11.6
f) O que verdade – João 14.6; João 17.17
g) Que devemos fazer com a Palavra para obter vitória – Crer, confiar e obedecer, separar-se do pecado – João 8.31,32; Hb 11.6
h) Que promessa tem os que crêem em Jesus – João 14.13,14; Atos 3.6
i) Quais a condições para que Deus escute nossa oração – Permanecer na sua Palavra – João 15.7 – Pedir em nome de Jesus – João 16.23,24 – Viver uma vida de santidade, separada do pecado – João 9.31

Estudo nº 08 – O discípulo de Jesus.

a) Quais as características de um discípulo – Seguem Jesus – João 1.37 – Permanece na Palavra – João 8.31 – Amo o corpo de Cristo (a Igreja) – João 13.34,35
b) Qual deve ser a oração – João 3.30
c) Quem é amigo de Jesus – João 15.14
d) Que ama, faz o que – João 14.21
e) Porque muito dizem ser cristão, mas não são discípulos de Cristo – João 12.42,43
f) O que devemos produzir – João 15.16
g) O que é necessário para darmos frutos – João 15.5
h) O que acontece com quem não da fruto – João 15.6

Estudo nº 09 – As promessas de Deus.

a) As benções de Deus – Vivera com o Senhor – João 8.51; João 11.26 – Não permanece em trevas – João 12.46 – Tem paz em Cristo – João 16.36
b) O que Jesus prometeu para nos – Preparar lugar na casa do Pai, Voltara em breve para nos buscar, que estaremos para sempre com Ele – João 14.2,3
c) Qual a promessa para os que o servem – João 12.26
d) Que promessa tem para quem ama a Jesus – João 14.23
e) As dádivas de Jesus – Vida eterna – João 10.28 – Paz – João 14.27 – Ser amado por Deus e por Ele – João 15.9 – Seu gozo completo – João 15.11
f) Que promessa tem para os que crêem nele – João 14.16,17
g) Qual o trabalho do Espírito Santo – João 16.8
h) Por quanto tempo fica conosco – João 14.16
i) Como sabemos que o Espírito Santo esta conosco – João 14.17
j) Como o Espírito Santo ajuda  - João 16 .13

Deus te abençoe.

Ev. Rogério Godoi – AD em Cerro Azul – Paraná

SENTENÇA CONDENATÓRIA DE JESUS - O CRISTO NAZARENO

SENTENÇA CONDENATÓRIA  DE   JESUS - O CRISTO  NAZARENO
FONTE: www.soleis.adv.br 

Cópia  fiel da peça do processo de Jesus Cristo realizada por Pilatos, que se encontra no Museu da Espanha.

 "No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo mundo. Monarca invencível na olimpíada cento e vinte ... sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS. Regente na baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS. Pontífice sumo sacerdote, CAIFÁS, magnos do Templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CENTAURO. Cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME E SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente - EU, PÔNCIO PILATOS, aqui presidente do Império Romano, dentro do palácio e arqui-residente julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe - CRISTO NAZARENO - e Galileu de nação, homem sedicioso, contra a Lei Mosaica - contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CÉSAR. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajuntando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Galiléia, dizendo-se filho de DEUS E REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando os tributos a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz nos ombros, para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homícidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao Monte da Justiça chamado de CALVÁRIO, onde, crucificado e morto, ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este títuto: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUN. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a justiça por mim mandada, administrada e executada com todo rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob pena de rebelião contra o Imperador Romano. Testemunhas da nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel: RABAIM DANIEL, RABAIM JOAQUIM BANICAR, BANBASU, LARÉ PETUCULANI. Pelos feriseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BABBINE, MANDOANI, BANCUR FOSSI  Pelo Império Romano: LUCIO EXTILO E AMACIO CHILCIO

 

QUEM É DEUS.

      A expressão mais profunda e paradoxalmente simples a respeito de Deus foi proferida por Jesus - “Deus é Espirito e importa que os o adorem, o adorem em espirito e verdade”(Jo – 4.24). Essa proposição refere-se ao fato de que Deus é imaterial, ou seja, nenhuma das propriedades da matéria pode ser-lhe atribuída.
       As religiões e filosofias pagãs tem feito afirmações sobre Deus que levam a conceitos extremos e não podemos cair em erros extremistas do paganismo: alguns afirmam que Deus é transcendental de tal magnitude que jamais poderemos conhecer (deísmo), ou que, por outro lado, esta tão presente que ele mesmo seja a matéria existente (panteísmo). Esse conceitos são antagônicos um ao outro.
       O cristianismo concorda que Deus possui atributos que jamais poderemos experimentar, contudo, compreendemos que Deus sendo uma pessoa, pode interagir com sua criação.
       Se  Deus  é Espirito, então  jamais  poderíamos  conhece-lo  mediante nosso próprios recursos, o que é a mais pura verdade, portanto o Senhor Deus se revelou a nós, e isso não pode ser negado, pois para tanto, Deus usou os seus recursos.
         Ao revelar-nos que Deus é Espirito, as Escrituras Sagradas definem que não podemos designar nenhum atributo humano ou material à essência divina; não podemos usar ferramentas humanos ou material para mensura-lo, qualquer alusão a Deus ou a trindade em termos humanos ou material, seria uma analogia limitada, um antropomorfismo. A palavra espirito (pneuma) significa  ar em movimento, folego; simbolos da natureza invisivel, mas real. Tais palavras quando aplicadas à Deus, indica a realidade de sua existencia, e, portanto, sua transcendência. 
         Notamos então que Deus é diferente da sua criação, assim, podemos somente ter uma idéia de Deus conforme Ele proprio esboça para nos. Voltamos as Escrituras para entender o que o Senhor diz de si mesmo. 
         Eternidade bem presente – A infinidade de Deus ao espaço é chamada onipresença e quando a duração é chamada de eternidade. Para Deus não há nenhuma dificuldade entre o passado, o presente e o futuro - “de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2), “mas tu és o mesmo” (Sl 102.25), “a eternidade esta a seus pés” (Isaías 57.15). Estas passagem mostram que Deus esta fora ou sobre o tempo, isto é, não recebe nenhuma influencia dele, antes governa sobre o tempo, Deus conhece todas as coisas, “não há outro Deus, não há outro semelhante a mim” (Isaías 46.9), enquanto Deus é imutável, sua criação tem mudado.
         Onipresença (Deus esta em  todos os lugares, mas não é todos os lugares) – Ele é onipresente, não esta limitado ao espaço fisico, mas não é tudo o que existe conforme afirma o panteísmo. Os céus e a terra, e tudo o que neles há, são obras de suas mãos, e não extensão de si mesmo, pois antes de criar todas as coisas, Ele sempre existiu (Gen 1.1). Há uma diferença entre estar presente e habitar, segundo a Biblia nada pode fugir da presença de Deus (Sl 139.7) ou estar fora de seu controle (Jr 23.23, 24), o mundo impio não pode esconder-se de Deus, contudo, Deus habita somente com sua Igreja, com aqueles que buscam verdadeiramente (Isaías 66.1-4).
          Onipotência (Deus  esta  no controle de toda a sua criação) – O panteão pagã é limitado e depende de ferramentas para fazer qualquer coisa. Cada deus pagã esta relacionado a uma especialidade ou elemento natural (agua, fogo, terra, ar) e seus derivados. São como super-heróis das historias infantis. O Deus verdadeiro não! Ele não depende de circunstancia, ferramentas ou um bom tempo para agir. O Senhor Deus fala e sua palavra não volta vazia (Isaías 55.11). Pela fé entendemos que tudo foi criado pela palavra,  de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente (Hb 11.3). Depois de ter criado tudo, o universo e a terra e todas as coisas, não se cansou (Isaías 40.26).
          Onisciência (conta o fim primeiro, tem consciência de tudo) – Deus não somente exerce controle sobre todas as coisas criadas, como tem conhecimento de tudo, e ate mesmo de suas variáveis, Ele não precisa conjucturar, arriscar, não esta em contante progresso e nem mesmo alcançou algum progresso, pois Ele é conhecedor de todas as coisas.   
          De eternidade a eternidade  - Ele é o mesmo (Isaias 48.12). A obra de Deus geralmente é mencionada nas escrituras como tendo lugar antes da fundação do mundo (Mt 25.34; Jo 17.24; Ef 1.4; I Pe 1.20 e Apc 13.8), o Senhor Deus tem conhecimento universal, global e pessoal, isto é visto no ministério de Jesus, quando Ele falava as pessoas, pois demonstrava ter conhecimento amplo a respeito de todos (Jo 2.25, 13.19 e 14.29), aliada a sua onisciência, sua sabedoria, que não é experimentada ou adquirida através do tempo ou da pesquisa, o Senhor Deus é sábio, e tudo o que Ele faz é bom porque é feito com sabedoria. 
         Soberania (Reis dos reis) – A soberania de Deus é também um de seus atributos, a Ele cabe o direito de governar o universo, uma vez que criou todas as coisas, sustenta-as e as conhece, cabe a Ele orientar e governar sua criação, essa criação é ampla e uniforme, o que indica que nos podemos ser diferentes sem comprometer a ordem das coisas. As duas coisas que governam o reino de Deus são bem conhecidas, embora pouco praticadas; amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo (Mc 12.29 a 31), nenhuma criatura poderá compartilhar os atributos incomunicáveis de Deus, ainda que alcancemos o arrebatamento ou a ressurreição, jamais alcançaremos os atributos de Deus, mesmo que tenhamos reflexo desses atributos, não o teremos em sua totalidade. Possuímos algum poder ou força, temos adquirindo algum conhecimento e sabedoria, temos exercido alguma autoridade, contudo jamais poderemos progredir como deuses. A diferença entre Deus e a humanidade é uma questão de natureza, sendo que a natureza de Deus é absoluta e soberana, a natureza humana é finita, no entanto existem atributos que a divindade compartilha conosco, e somos incentivados a prosseguir no aprimoramento desses atributos comunicáveis, como pessoa, Deus quer se revelar pessoalmente a nós, sendo que essa manifestação nos transforma, mas isso é para um próximo estudo. 


Ev. Rogerio Godoi -  AD em Cerro Azul - PR